Resenha Clássica: Cruelty and the Beast- Cradle Of Filth (1998)


Amado por uns odiado por outros, sem duvida muitas bandas podem se encaixar nessa descrição e o Cradle of Filth é uma delas, porém  para a tristeza dos detratores de plantão a banda inglesa liderada pelo alucinado Dani Filth tem trabalhos de extrema relevância e foi responsável por apresentar o Black Metal ( por mais que mutis negem esse rotulo) para ouvintes que por meio deles chegaram em sons mais extremos como Marduk, Dimmu Borgir, Gorgoroth entre outros.

Em turnê pela América Latina o Cradle of Filth vem executando na integra um dos seus trabalhos mais icônicos o fabuloso Cruelty and the Beast, por isso peguei o trabalho para ouvir e minhas impressões você encontra abaixo 


Como Historiador e apaixonado pela literatura , duas coisas me chamam atenção as letras de Dani Filth são inspiradíssimas e nesse trabalho é narrado a lenda de Elizabeth Bathory a condessa do sangue e toda a mitologia que a envolve com o fato de la acreditar que se banhando em sangue manteria a sua juventude eterna

O C.O.F sempre me passou a impressão de um projeto de Dani Filth por isso que sempre tiveram muita troca de músicos, mas impossível não destacar o trabalho avassalador de Nicholas Barker um monstro das baquetas, o que ele faz nesse cd é absurdo ouça Cruelty Brought Thee Orchids por exemplo e o vocal de Filth também é uma aula, pois ele vai do gritado para o gutural,sendo um bom discípulo do mestre King Diamond. 

Once Upon Atrocity, é uma intro interessante e logo cede espaço para Thirteen Autumms and a Widow, faixas longas são uma vertente comum no Cradle, e essa é uma delas a mudança de andamentos não enjoa nenhum momento.

Outras características da banda é o erotismo que é explicito em Venus in Fear”e na belíssima capa desse trabalho, e a influencias de heavy Metal clássico como em “Lustmord and Wargam” e The Twisted Nails of Faith com solos inspiradíssimos

Atualmente esse trabalho não me soa assim tão impactante pois meu gosto é mais extremo e a obra dos ingleses me parece muito acessível , porém temos aqui um trabalho forte, digno de elogios e que explica todo o barulho em cima do nome Cradle of Filth, mesmo que você considere essa banda muito midiática , dê uma chance para esse trabalho, pois poderá mudar de opinião. 



Track List 

"Once Upon Atrocity" (instrumental)
2. "Thirteen Autumns and a Widow"
3. "Cruelty Brought Thee Orchids"
4. "Beneath the Howling Stars"
5. "Venus in Fear" (instrumental)
6. "Desire in Violent Overture"
7. "The Twisted Nails of Faith"
8. "Bathory Aria"
9. "Portrait of the Dead Countess" (instrumental)

Dissecando Eps # 10 Rise from the Grave - Trioxine



Desde os trabalhos do mestre Romero, os zumbis povoam o imaginário popular, o que poucas pessoas percebem é que muitas vezes a s hordas de mortos vivos servem como uma metáfora para a zumbificação que a sociedade se transformou onde marchamos em hordas sem pensar sem se comprometer e apenas satisfazer nossas vontades.

Pegando essa premissa o Trioxine, é uma banda de Thrash formada em 2015 e atualmente composta por: Alex Leonardo no Baixo, Murilo Franco guitarras e vocais, Ítalo Dourado guitarras e vocais,  e Martin Nery, que substituiu  André Souza , com influências tanto da velha como a nova escola do  eles nos apresentam seu primeiro EP Rise from the Grave, a qual dissecamos agora

Chama a atenção inicialmente a capa, arte de Diogo Ferreira,  impossível não lembrar o trabalho de Eddie Repka com toques mais modernos acho que em futuros trabalhos se eles conseguissem que o ilustrador fizesse uma capa para eles seria o casamento perfeito.



Como todo bom EP a Rise From the Grave cria a expectativa para um trabalho completo isso aqui é e uma verdadeira voadeira no peito, o trabalho abre com a faixa titulo, aqui é perceptível uma influência  de Suicidal Angels, e Havok, a velocidade da música é bem empolgante, ouvir essa musica dirigindo ira tirar muitos pontos da sua carteira acho que uma faixa instrumental é muito mais legal do que aquelas intros com barulhinho de vento

Thrash Till After death , tem tudo para ser um hino da banda, impossível não gritar a pleno pulmão THRASSSSHHHHHH, solos inspiradíssimos me lembraram a pegada do Violator.

State of Decay provavelmente é uma das minhas favoritas, o andamento acelerado e as quebras de tempo devem criar rodas violentíssimas, aqui percebo uma diferença do grupo nos mar de clones pois por mais que eles sejam rápidos, e comum a banda usar melodias mais marcantes como podemos ver em Under Attack

In Trioxin Possesion fecha o trabalho da forma que abriu rápido, e impiedoso achei o melhor uso de backing vocal em todo o material.

Uma banda que tem tudo para criar uma horda de fãs pois o seu som por mais que tenha aspectos modernos, é fiel ao estilo e confesso que quero muito vê los ao vivo pois eles devem quebrar pescoços por ai.






Parceiros do Underground – 07 anos de Heavy Metal On Line


Sempre frisamos aqui no site que na nossa visão não existe competições entre as mídias, pelo contrario estamos sempre apoiando e divulgando os trabalhos de qualidade de dezenas de sites, blogs, fanzines e claro canais de youtube.

E na imensa rede de vídeos hoje esta comemorando sete anos que foi ao ar o primeiro vídeo do Heavy Metal on Line idealizado pelo seu apresentador Clinger Carlos. Nesse sete anos foram mais de uma centena de vídeos onde sempre foi apresentado temas relevantes, resenhas coberturas de eventos etc. 



Tive a honra de trabalhar ao lado de Clinger no Maniacs Metal Meeting, e foi uma aprendizado enorme onde foi possível emular técnicas de entrevista, produção e como trabalhar com ética e amor ao Heavy Metal

Para não deixar tal data passar em branco nos do Underground Extremo criamos uma playlist dos nossos sete vídeos favoritos do canal, aproveite e assista  todos eles , e fica aqui nosso parabéns ao Heavy Metal On Line e nosso obrigado pelo empenho em prol da cena


1) Eu não PRECISO de você: GORGOROTH | HMOL #79 


Além de ser o vídeo do festival Maniacs Metal Meeting , é impossível não se emocionar com a mensagem de Mario Linhares, a perca do grande musico era recente, então tal vídeo e muito emocionante, além disso Clinger coloca o Gorgoroth no seu lugar ...

2) Documentário: METAL É SÓ PRA HOMEM ? 



Muito se fala da importância da participação  feminina na sociedade, mas seria o Heavy Metal ainda um gênero machista, Clinger vai fundo nessa questão com depoimentos muito legais de Mayara, Undead, Nani Poluceno (organizadora do Otacílio rock Festival) juliana Novo (Baterista do Crucifixion Br entre tantas outras) 

3) Visitando TAMPA-FL. O berço do DEATH METAL | HMOL #90 


Como um fã de Death Metal, conhecer a cidade que espalhou a praga para o mundo é gratificante Morbid Angel , Death, Deicide entre tantos outros além é claro daquele apoio sempre grandiosos as bandas nacionais como o Heaven Guardian

4) Qual o futuro dos NOSSOS FILHOS na música ? 


Essa live me deixou bastante feliz e ao  mesmo tempo preocupado afinal como pai essa pergunta vem a mente, a discussão foi bem interessante e podemos chegar a uma resposta, afinal de contas nossos filhos vão manter a chama acessa do Metal ....

5) Existe UNIÃO entre os PRODUTORES do BRASIL? | HMOL #89 


Um vídeo que nos enche de orgulho afinal acompanho muitos festivais da UP Rock, e a cena catarinense segue dando exemplos ? Não sabe do que estamos falando , quer saber a resposta d a pergunta desse vídeo então assista

6) Documentário: O METAL RESGATANDO NOSSA HISTÓRIA. 


Como historiador usei muito esse tema na construção da minha dissertação, o Levante do Metal Nativo uniu bandas que vão na historia do brasil buscar a sua fonte de inspiração, Voodopriest, Cangaço Natural Hate entre outras estão presente nesse documentário


7) POLÍTICA ou HEAVY METAL. Qual é a sua bandeira ? | HMOL #88 



Polêmico, corajoso, esse vídeo coloca o dedo na ferida e sem duvida uma das contribuições mais realista, para tal questionamento que vem separando a cena, esse vídeo tem que ser assistido por todos independe de sua visão política, além do grandioso Korzus. 



Resenha Clássica: Vile - Cannibal Corpse (1996)


Não é sempre que fazemos resenhas de álbuns de bandas gigantes, isso porque acreditamos que o Underground está no nosso nome e na nossa essência, entretanto a coisa muda um pouco quando estamos diante de uma data especial além de estar se referindo a um dos meus trabalhos favoritos. Então aproveitando o espaço quero homenagear Vile do grandioso Cannibal Corpse que era lançado em 20 de maio de 2006, treze anos de um marco na discografia dos norte americanos.

Esse trabalho apresenta novidades como a entrada do vocalista George “Corpsegrinder” Fischer, para muitos pode parecer uma heresia o que vou falar agora mas na minha opinião ele é a melhor escolha sendo que acredito que eles seja muito melhor que seu antecessor Chris Barnes que hoje faz um trabalho morno no Six Feet Under. 


Novidades no vocal, porém a podreira continua a mesma começando pela capa assinada por Vincent Locke um novo logo já que o antigo era do ex vocalista .

O cartão de visitas é nada mais que devorado pelos vermes - “Devoured By Vermin" é perfeita do começo ao fim um clipe tosco foi feito para a música a formação da época estava bem afiada com Paul Mazurkiewicz ( inspiradíssimo nesse registro) Jack Owen e Rob Barett nas guitarras e o monstro Alex Webster no baixo ou pode chamar de Steve Harris do Death Metal 



. Sem perder o pique temos “Mummified in Barbed Wire” “Perverse Suffering”, técnicas cruéis maravilhosas, alguns momentos de cadência ( aos padrões Cannibal) aparecem em Disfigured e Bloodlands”,mas logo se convertem em sons não apropriados para ouvidos sensíveis

“Puncture Wound Massacre” e Absolute Hatred
podem não ser muito conhecidas mas são dois grandes sons e vale lembra que aqui temos ainda o arrombo instrumental que responde pelo nome de Relentless Beating”, e para coroar a desgraça temos ainda dois clássicos “Orgasm Through Torture” e Monolith”, enquanto a primeira e poesia pura a segunda cria um clima de devastação e te deixa perturbado afinal de contas o que acabamos de ouvir.

A produção deixou o baixo um pouco escondido o que é um erro grave sabendo que esta na cozinha da banda porém mesmo assim Vile é muito próximo de ser perfeito, o Death Metal tem muitos pilares que o mantem como um dos gêneros mais agressivos do Heavy Metal e sem dúvida Vile é um deles.


 Track List
01. Devoured by Vermin
02. Mummified in Barbed
03. Perverse Suffering
03. Disfigured
05. Bloodlands
06. Puncture Wound Massacre
07. Relentless Beating
08. Absolute Hatred
09. Eaten from Inside
10. Orgasm Through Torture
11. Monolith

Formação
George "Corpsegrinder" Fisher (Vocal)
Alex Webster (Baixo)
Rob Barrett (Guitarra)
Jack Owen (Guitarra)
Paul Mazurkiewicz (Bateria)



Resenha: Predileção pelo Macabro - Flageladör (2018)


E o Flageladör chegou no seu quarto álbum, e como é bom saber que temos bandas fiéis a sua origem desde o trabalho a noite do ceifador que essa banda carioca não decepciona e porque faria isso agora não é mesmo, esse é aquele tipo de cd que você bota pra ouvir com uma gelada na mão e curte todo o resgate oitentista do metal que para muitos ( me incluo fácil nesse grupo) foi a melhor época para o Metal.
O carrasco Armandö Executör é um fã de nomes como Sodom , Destruction, Razor entre outros e tais influências convertem se para um old speed/thrash em português que pode não ser original mas é empolgante e muito bem executado.


A capa é quase uma referencia ao que aconteceu com mutos de nós, note como o garoto coloca os fones pega um vinil na mão e pronto o pacto está feito e sem dúvida ganhamos uma Predileção pelo Macabro.

A intro "Entre o Martelo e a bigorna", cria o clima para "Nas minhas veias corre fogo", refrão forte letra idem, a pegada speed vem em "Alta voltagem" , e "Terror pôs atômico"a surpresa vem na faixa titulo onze minutos de uma viagem puramente Heavy.

Gravaram esse registro Armandö Exekutör( guitarras e vocais), Hugo Golön (Bateria),  Alan Öld-Sküll (Baixo), Jean Nightbrëaker (guitarras) , ouvir registros do flagelador é ter a certeza que nós vendemos nossas almas para o Heavy Metal , ouça alto e urre 666

Track List 

1. Entre o Martelo e a Bigorna
2. Nas Minhas Veias Corre Fogo
3. Máxima Voltagem
4. Terror Pós-Atômico
5. Queimando nas Chamas do Heavy Metal
6. Micromega
7. Eternamente Cinza
8. Predileção Pelo Macabro
9. O Infiel
10. M.A.F. 



Notas Extremas # 47


Hail Headbangers, vamos começar a semana atualizando nossos leitores do que ocorre na cena do Metal Nacional- confira nossas Notas Extremas edição 47.

 Imperious Malevolence : Confira trechos da apresentação da banda no ‘Genocide Fest III’

Recentemente, o quarteto paranaense IMPERIOUS MALEVOLENCE esteve presente em importantes apresentações, que estão servindo de suporte na divulgação do atual álbum “Decades Of Death”.
Um destes shows, aconteceu no Jokers Club, em Curitiba/PR, no último dia 06/04/2019, onde a banda esteve ao lado de Divulsor, Ethel Hunter e Rebaelliun, no ‘Genocide Fest III’.
As faixas “Where Demons Dwell” e “Ascending Holocaust” foram registradas e divulgadas em seu canal oficial do YouTube, mostrando todo o entrosamento desta nova fase do grupo, e que esta formação está mais brutal do que nunca, assista:

Imperious Malevolence - Where Demons Dwell (Live Jokers):


Imperious Malevolence - Ascending Holocaust (Live Jokers)

















2) Endust lança videoclipe de “Someone To Blame”
A banda Endust acaba de divulgar videoclipe inédito da faixa “Someone To Blame”, após lançamento do álbum “All Ends In Dust” em todas as plataformas digitais. O CD físico está à venda na Die Hard e também com os músicos pelas redes sociais.

O Endust é formado por Leandro Caçoilo (vocal), Glauco Rezende (guitarra e baixo) e Fernando Arouche (bateria). A banda carrega influências de Thrash Metal misturado com Metal Progressivo de maneira bastante criativa.


 Orthostat:  Igor Thomaz é o novo baterista

Os catarinenses do ORTHOSTAT acabam de divulgar sua mais nova formação. Trata-se do ingresso do baterista Igor Thomaz (Offal, Face do Horror), experiente músico da cidade de Rio Negrinho/SC. O anúcio oficial da entrada do Igor no Orthostat aconteceu no fim de semana do dia 11, já no primeiro show com a banda no ‘NeHell Festival 2’. "A entrada do Igor foi uma surpresa muito bem recebida para vários amigos e fãs da banda que não sabiam da novidade até o dia da apresentação." - Comenta o guitarrista e vocalista David Lago. A foto abaixo foi capturada nos primeiros momentos deste show, confira:


Com isso, o grupo se estabiliza para seguir na divulgação do debut álbum, “Monolith Of Time”, e também seguir nas composições com David Lago (vocal e guitarra), Rudolph Hille (guitarra), Eduardo Arbigaus (baixo) e Igor Thomaz (bateria).

4) Surra lançando novo álbum : Escorrendo pelo ralo, o novo trabalho da banda Santista está em todas as redes, e vale muito ouvir pois ele tá incrível, resenha essa semana no site
Spotify: https://spoti.fi/2W4S59G
Deezer: http://bit.ly/2JkXC5Z
Apple Music: https://apple.co/2w1jSZS
YouTube: http://bit.ly/2VoJx9h
Bandcamp: http://bit.ly/30kaeQk


Volkmort lança novo álbum: um dos nomes mais influentes do Doom Metal do Sul do país, lançou recentemente "BATTLE DESOLATION" esse trabalho marca 15 anos de dedicação total ao obscuro Metal negro em breve resenha no site

Threesome muda nome e passa a se chamar Freesome
Originalmente formada em 2012 em Campinas/SP como Threesome, a agora chamada Freesome é um quarteto de música autoral formado por Juh Leidl (vocal), Fred Leidl (guitarra/vocal), Bob Rocha (baixo) e Henrique Matos (bateria).

A vocalista Juh Leidl explica os motivos da mudança:

“A Threesome começou com três integrantes, que evoluíram para seis, mas mantinham à frente dos vocais um tipo de intercâmbio entre três vozes. Por vezes músicas individuais, ás vezes duetos ou coros. Num primeiro momento o nome e o sentido de Threesome acolhia as expectativas do que buscávamos. Um som que passeava em vários estilos entre o blues, rock, hard, indie, o jazz, acid... Uma verdadeira “zona” sem a preocupação do rótulo, também sem a necessidade de encontrar apenas uma voz que representasse a sonoridade da banda, e sim um conjunto. Os temas, não sempre, mas em parte, traziam essa áurea da liberdade, e claro que sexo entraria nessa lista de conteúdos uma vez que era um ponto de observação comum. Em pleno 2012/2013 percebíamos o preconceito, o questionamento sobre liberdades dos indivíduos, principalmente quanto a sexualidade, modelos de relacionamento... Então o campo era mais que fértil para as ideias e o nome perfeito.

Os anos se passaram, a formação mudou, ficamos em dois vocalistas, ainda que num intercâmbio, e ao todo quatro músicos. A banda foi criando cada vez mais personalidade e mais elementos de cada integrante foram sendo colocados nas composições. O núcleo criativo não eram mais os três que fundaram a banda, mas a banda em si. Nesse processo todo, as características e sonoridade mudaram, ficamos mais pesados, ficamos mais dinâmicos, e ficamos ainda mais LIVRES (FREE). Se de início existia alguma resistência a soar pesado demais, ou ter elementos demais ou ainda limitar a criação pensando exclusivamente na execução em palco, hoje nos LIBERTAMOS! É fato que existe a preocupação com a qualidade do show mas temos uma liberdade total em termos criativos dentro do núcleo banda, estamos mais conscientes do que somos em termos musicais, e desde o primeiro EP para um novo que lançaremos, a busca por registrar ao máximo essa percepção tem sido incessante.

A mistura de estilos que muitas vezes a mídia musical chamava de hard rock com grunge, blues e toda a salada que ainda fazemos, agora com elementos psicodélicos, aparece mais clara e alguns podem dizer que a banda está mais Stoner, mas podemos garantir que estamos mais Free do que nunca, sem a preocupação com o rótulo, mas com a certeza de uma personalidade que nasceu e se formou pela mistura de tudo que ouvimos ao longo de nossas vidas e hoje aparecem claramente em nossa sonoridade.

Continuamos LIVRES para compor letras sobre qualquer assunto, incluindo, por que não, sexo! Mas sem ter a obrigação de ser apenas a banda com “conteúdos sacanas”. E dentro desse entendimento como banda desta nova fase, decidimos que o passo que faltava era mudar o nome. Ele seria a consagração da visão atual. A palavra FREE estava ali, na cara!
FREESOME também não deixa de ter sua conotação ao sexo livre e casual, aos relacionamentos livres, e ficou óbvio para todos que nosso novo nome e que ilustra esse novo momento só poderia ser FREESOME.

Entendemos que mais do que tudo queremos fazer arte, e que somos FREE para pensar e nos expressar sem medo de rótulos, e sem limites.” 


 Sun Diamond: preparando EP com músicas acústicas

Donos de grande versatilidade, os músicos da SUN DIAMOND estão prestes a mostrar um pouco mais dela. A banda prepara para lançar um EP acústico.
O trabalho está em fase de finalização e contará com quatro versões acústicas de faixas do CD ‘Sun Diamond’, de 2017, são elas:

Go To The Yard
Detached
To Call Home
Frozen Bones

“Desde a origem da banda, lá em 2014, a Sun Diamond realiza apresentações acústicas e nós desejamos explicitar mais ainda esse nosso lado ao desenvolver esse EP.” – comenta o grupo.


 O selo Songs For Satan anuncia o lançamento de novo álbum do ícone do black metal nacional, a horda brasiliense Vultos Vocíferos.

O selo Songs For Satan acaba de anunciar o lançamento do novo álbum de um dos maiores ícones do black metal nacional, a horda brasiliense Vultos Vocíferos, que é detentora de uma sonoridade caótica e letras calcadas no tradicional e satânico black metal. Sob o título de “Aeterno Rex Infernus”, o lançamento marca a comemoração de vinte anos de estrada e muitas batalhas travadas em prol da bandeira do metal negro nacional. Formada por Malleficarum (Vocal), Ball (Guitarra), Crematorium (Baixo) e Mictlantecutli (Bateria), neste novo trabalho a banda promete destilar toda sua ira e ódio para com toda a forma de submissão e amarras humanas, e uma sonoridade brutal, extrema e caótica.

O disco “Aeterno Rex Infernus” será disponibilizado no formato CD digitalpack de luxo, composto por oito faixas, sendo todas inéditas e o lançamento está previsto para meados do mês de junho do corrente ano (2019). Aos interessados em adquirir o material na pré-venda, o mesmo custará apenas R$ 25 mais envio. Adquira sua cópia: www.songsforsatan.com/product/pre-venda-vultos-vociferos-aeterno-rex-infernus/
 



3ª O SubSolo Rock Festival: Sons que não podem ficar de fora


A terceira edição do Festival Subsolo Rock Festival, confirma o profissionalismo e garra de todos envolvidos na produção do evento e prova disso é o cast que, apresentam 07 bandas sendo o Headline o Angra, um nome que dispensa apresentações afinal são 30 anos de estrada e uma relevância para a cena do prog/power Mundial.
Outra novidade é a parceria com a casa de Shows Colher de Chá localizada em Içara, o local oferece uma ótima infra estrutura e localização, e o Underground Extremo estará lá na cobertura e sempre nas vésperas de um grande evento fazemos nossas apostas de Sons que não podem ficar de fora:



Angra -Prog/Power Metal(SP)
_ Qualquer set list de uma banda do porte do Angra, sem duvida deixara sons aclamados pelos fãs de fora essa turnê Magic Mirror tem como foco a divulgação do seu mais recente trabalho ØMNI um trabalho completo que fez muito alarde, na minha opinião o melhor trabalho desde a entrada de Fabio Lione na banda,, e e esta lado a lado de grandes registros como: Angels Cry, Rebirth e Temple of Shadows, dos sons que não podem ficar de fora sem duvida :
"Black Widow's Web, Caveman, mas adoraria ver as faixas  mais power como Temple of Hate, the Course of Nature e Newborn me


Vox Ígnea - Hard Rock (SP)- Estreando em terras catarinenses o Vox Ígnea tem como principal característica elementos do hard rock, Riffs do Heavy e os vocais sensacionais de Raquel Lopes, completam o time André Martins na bateria, Evandro Araújo no baixo, Rodrigo Santos na guitarra. na sua discografia apresentam um EP chamado: Em Chamas e dali que vem sons muito poderosos como: Erupção e bêbada de Rum , além do mais recente single Agora é minha vez.



Dark New Farm - Metal (SC) è difícil falar da própria banda, mas internamente está rolando uma grande expectativa para essa apresentação isso porque esse é a primeira apresentação 100 % autoral, então quem estiver no terceiro subsolo terá surpresas de sons nunca antes executados ao vivo como If Cloud, e as ja conhecidas La Patria La fabula, e Madre. Formam a banda atualmente: Harley Vocal, Vinicius Saints - Baixo, Sol Portela - Guitarra, Maykon Kjellin _ Bateria



AlkanzA - Thrash Metal (SC) Quem acompanha nossa página com frequência sabe que a Alkanza é uma das nossas bandas favoritas na cena nacional, e isso se explica por dois motivos: o primeiro é a qualidade de suas composições, aliando pegadas do Thrash Metal com flertes com o Nu, e até mesmo Death Metal, sendo que já lançaram três cds: Colonizados pelo Sistema, O Céu da boca do Inferno e o mais recente Caos Codificado. O segundo motivo é o fato de que a banda ao vivo é imbatível, com um apegada monstruosa é fato dizer que a Alkanza toca como fosse o último show de suas vidas, quem estiver no subsolo festival prepara o pescoço porque sem duvida eles vem para moer ossos com as mãos até o último Mosh. Alkanza é: Thiago Bonazza - Baixo e vocal, Renato Lopez- Guitarra e Backing vocal, Pedro Souza - Guitarra e Ramon Scheper- Bateria


Antítese - Hard Rock (SC) Outro grande representante do Hard Rock a Antítese é formada por Talita Oliveira - Voz, Leandro Oliveira - Guitarra, Fabrício Biava - Guitarra, Guilherme Oliveira - Teclado,Sandro Vidotto - Baixo, Kevin Saviski - Bateria, assim como a Vox Ignea a banda catarinense conta com uma frontwoman, com uma voz poderosa. Em 2015 lançaram seu álbum de estreia Ser Igual, e em 2017 o EP Despertar, nossa aposta para o set são os sons: Ser Igual, Estátuas, e Novos Sonhos.

Nekrós - Heavy Metal (SC) De Beatles a Death, de Kiss a Sepultura, tais influencias tão distantes, estão presentes no som da Nekrós , claor que um som desse tem que ter muita personalidade e nisso a Nekrós, esbanja talento, formada por: Pablo (guitarra e vocal), Patricio (bateria), Camelo (Baixo), Robson (guitarra) a Nekrós é um nome forte e experiente na região e no set deve estar presente  musicas do álbum a Candle in the Dark como: Brutal Corporation, Holocaust e the Candle


Syn TZ - Heavy Metal (SC): a HEAVY LOAD TOUR continua na estrada , essa turnê que começou em 2018 terá mais uma apresentação dessa vez no subsolo rock festival, e quem assim como eu já assisitiu a banda em alguma apresentação sabe o porque do tamanho sucesso na estrada isso porque eles estão divulgando um trabalho super legal Heavy Load lançado em maio de 2017, formada por Jay Heart - VocalMarco A. G. - Guitarra, Edu Beeck - Baixo, Juninhu Vormehlen - no set arriscamos sons porradas como The Decline, e Killing Me



Notas Extremas #46


Hail Headbangers, hora de se atualizar do que ocorre na Cena Extrema, confira nossas Notas Extremas edição # 46

Manger Cadavre?, disponibiliza o álbum AntiAutoAjuda em suas plataformas oficiais.

Um dos nomes mais promissores do Metal lançou o seu mais recente trabalho,AntiAutoAjuda, o trabalho que é temático apresenta uma narrativa que aborda o adoecimento psicológico do trabalhador frente a super exploração de sua força produtiva e a sociedade do consumo.

O trabalho recebeu orientação e revisão pelos psicólogos Elis Cornejo (Instituto Vita Alere e co-autora do livro “Histórias de sobreviventes do suicídio") e Thiago Bloss (Professor da Uninove). Escrito por Nata Nachthexen (vocalista), com referências teóricas de "O mal estar na civilização", Freud e "O Tempo e o Cão - A atualidade das depressões" da Maria Rita Kehl e "Infoproletários - A degradação Real do Trabalho Virtual" de Ricardo Antunes, o texto compila depoimentos de pessoas que estão em grupos de apoio psicológico dentro de movimentos sociais e que expressaram a sua melhora fazendo parte desses coletivos em luta.

A ilustração foi desenvolvida por Marcelo Dod (guitarrista), baseando-se nas letras.

Você pode conferir o trabalho nos links abaixo e em breve resenha no site

YouTube - https://youtu.be/qlMLuEmeYtY

Bandcamp: http://mangercadavre.bandcamp.com

Deezer: http://www.deezer.com/album/95256392

Spotify: https://spoti.fi/2V7QO1V



The Cross : Banda anuncia o guitarrista Daniel Fauaze

Os baianos do THE CROSS seguem apresentando novidades neste ano de 2019. Logo após lançarem seu álbum, “Still Falling”, o grupo anunciou o ingresso de mais um integrante à formação.

Trata-se do novo guitarrista Daniel Fauaze, que ao lado de Eduardo Slayer (vocal), Paulo Monteiro (guitarra), Mario Baqueiro (baixo) e Luís Fernando (bateria), seguirá com os atuais projetos da banda, como divulgação do atual trabalho, além de ajudar com as novas composições.
Daniel Fauaze é um conhecido músico baiano, com 21 anos, já tocou nas bandas Unleash The Beast e Metamorfose e carrega influências de grandes nomes do Metal mundial, como My Dying Bride Iron Maiden, Dissection, Slayer, Manowar, Van Halen, Bloodbath, Gorguts, Suicidal Angels, Death, Skeletonwitch, Exodus e entre outros.


 Monstrath Banda anuncia nova formação

Em meio a divulgação do seu debut álbum “The World Serves To Evil”, os paulistas do MONSTRATH acabam de anunciar mais uma novidade para 2019.

Trata-se do ingresso do novo baterista Rodrigo Kusayama, conhecido músico e professor de bateria de São José do Campos/SP.

“Acreditamos que sua entrada na banda veio em boa hora, estamos a todo vapor, e loucos para tocar ao vivo novamente, o cara é uma máquina!” – comenta o baixista Morales Elmano.
Confira a performance de Rodrigo executando a faixa “Incubus in Church”



 Tomb of Love anuncia pré-venda do EP de estreia “A Permanent Reminder of Our Failure”.

Tomb of Love é um projeto idealizado por músicos que já têm uma certa bagagem na cena underground, com bandas com sonoridades calcadas nos estilos do Death Metal, Doom Metal e Crust. O grupo surge no início de 2019 em Brasília - DF, formado por Luan Lima (Guitarras, Baixo e Teclados) e Thiago Satyr (Vocais, Programação e Theremin) com a missão de explorar os pântanos sombrios e elétricos do Goth Rock, Post-Punk e Deathrock. Um prato cheio para apreciadores de bandas tais como The Smith, The Cure, Joy Division, entre outras.

Neste primeiro ato, o duo apresenta ao público o formidável EP de estreia “A Permanent Reminder of Our Failure”, composto por 5 faixas ao longo de pouco mais de 20 minutos de uma bela viagem sonora. O material será disponibilizado no formato CD em jewel case, com encarte livreto com letras, fotos e informações referentes ao material, limitado em 500 cópias. O lançamento será realizado pelos selos Resistência Underground Distro e Prod., Insulto REX, Eclipsys Lunarys Productions e Eronnimoüs Records.







Especial Roadie Metal: Cinco anos de um grande parceiro do Underground parte 01

Com cinco anos de estrada não é exagero nenhum dizer que a Roadie Metal impressiona a todos pela sua competência, qualidade em todos os setores que atua seja web radio, site, assessoria e coletâneas. Conhecendo a qualidade do seu trabalho podemos afirmar que isso é apenas o começo e ainda  vamos ter muitos lançamentos com o padrão Roadie Metal de qualidade.

O trabalho deles é uma inspiração para nós do Underground Extremo e uma forma que achamos para homenagear esse aniversário é a resenha das coletâneas lançadas, com isso pretendemos de alguma forma ajudar a divulgar esse trabalho primoroso.

Coletânea 01: O inicio de tudo, difícil saber se eles tinha a ciência do tamanho e a relevância que tal trabalho atingiria, lançada em 2014 esse primeiro volume apresentava 12 bandas , dos mais variados estilos,e a mesma foi disponibilizada nas plataformas digitais

Spotify: https://open.spotify.com/album/4GK1ma7DfpRCk46tClMYKP
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/61053882
Google Play: https://play.google.com/store/music/album/Various_Artists_Roadie_Metal_A_Voz_do_Rock_Vol_1?id=Bdx4u5wlqbwza36i4ifah6t3gq4
ITunes: https://itunes.apple.com/br/album/roadie-metal-a-voz-do-rock-vol-1/1371193287

Tracklist:

01 – Eleven Strings – Forged in the Fire
02 – Eyes of Beholder – Insanity
03 – Overhead – Ressaca
04 – Thunderspell – Battle Scream
05 – Haley Alves – Until the End
06 – Alicercius – Redenção
07 – Sunroad – Master of Disaster
08 – Basttardos – Basttardos
09 – Monday Riders – The King of Highway
10 – Patriotas do Rock – Exótico
11 – Red Fever – Black Block Drive
12 – Abiosi – Respeito

Como toda coletâneas alguns nomes se destacam, no meu gosto pessoal cito: Abiosi com respeito - uma letra forte dessa banda de thrascore,  Eleven Strings com um som moderno e uma pegada que me lembrou Dynahead, o Thunderspell seu Heavy metal da velha escola , o fortíssimo Hard /Heavy do Sunroad e Eyes of Beholder com Insanity. 


Uma estreia forte que deixava a pergunta o que está por vir? não demorou para chegar os volumes posteriores, mas isso é assunto para as próximas partes.


Resenha:World in Collapse Affront - (2018)


O Affront me surpreendeu desde a primeira audição, quando tive contato com Angry Voices, o Thrash/Death da banda carioca me empolgou bastante, parte dessa minha expectativa vinha do fato de ter na formação um musico que sou fã Marcelo Mictian, era impossível não associar esse seu novo projeto ao Unearthly que é uma das minhas banda favoritas da cena nacional. Porém mostrando o talento do músico o Affront foi para outros caminhos outras influências evidente com os pés calcados no Metal Extremo.

E sem muito tempo para respirar recebemos World in Collapse, como nos velhos tempos em que as banda não esperavam uma infinidade de tempo, para lançar outro trabalho, esse segundo full  é uma evolução ao mesmo tempo uma confirmação não atoa esse trabalho entrou na nossa lista de melhores lançamentos de 2018. O power trio que gravou esse registro é o frontman Marcelo Mictian (baixo), Rafael Rassan (guitarra) e Lobato (bateria) o artista e tatuador Edu Nascimentto é responsável pela bela capa e mixado e masterizado no Da Tribo Studio dispensa apresentações 
Uma bonita introdução acústica abre o trabalho e logo temos Dirty Blood essa canção já me pegou de fato por ter ares de Black Metal, mesclando com o Thrash Metal não a toa ela foi o single do trabalho Your Lies Your Fall e Monument to Hate, devem fazer as audiências dos shows irem a loucura na pista impossível não imaginar o mosh pit pegando solto.


Rafael Rassan é um virtuosos guitarrista World In Collapse Sowed By Lies ele mostra suas habilidades assim como Lobato também sabe bem dosar o tempo das composições ouça Favelas Senzalas ( que letra forte) e violence na verdade ouça o álbum inteiro, um trabalho de peso uma banda afiada com sangue nos olhos como só o Metal extremo Brasileiro sabe ser.

1- Intro
2- Dirty Blood
3- Your Lies You Fall
4- Favelas, Senzalas
5- Monument to Hate
6- There s no Tomorrow
7- Violence
8- Ancestral
9- Forgotten By God
10- Sowed By Lies
11- World in Collapse
12- Mazurka (Chorinho - Villa Lobos)


Proxima  → Página inicial

Total de visualizações

Baphomet

Baphomet

As mais lidas