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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Especial de Divulgação: Conheça as bandas do Heresy Fest Online - Segunda Edição (parte 01 )

Em tempos de Covid o novo normal é os festivais virtuais que tem por missão,além de ajudar os headbangers a passar por essa quarentena auxiliar na divulgação de banda e dessa vez eles capricharam ainda mais com bandas de vários países espalhadas em 4 dias, e nossa equipe do Underground Extremo aproveita para ajudar apresentando para nossos leitores as banda que estarão nessa edição , destaque ai na sua agenda vai ser destruidor: 8/9/15/16 Agosto 2020.


Dia 1 - Acesse por esse link:
https://youtu.be/BGNtvtlTdjc

Nautiluz  (Perú): banda de Power metal que possui na sua discografia um full lançado em 2013 Leaving all Behind , e agora em 2020 saiu o seu mais recente single In Silence 


Riverwood  (Egito) excelente banda de metal progressivo que tem na sua sonoridade elementos do folk metal o que faz a sonoridade ser extremamente interessante, lançaram um full em 2018 Fairytale, e agora em 2020 o single Stalingrad



Lorihen (Argentina) um dos grandes nomes do Power metal do nosso país vizinho, já participou de tributos ao V8, ao Metallica Rata Blanca entre outros, possuem no total seis fulls sendo o mais recente lançado em 2018 Desconexion


Metal Blade (México) Metal tradicional vindo do México estando na ativa desde 1995 sou fã dessa banda desde que ouvi o seu primeiro trabalho Metal liquido, o mais recente é Ser Humano de 2018



Psycho Side (Argentina) Banda que atendia como Dark Fire, e depois em 2008 mudou para o nome atual possui na sua discografia dois registros o mais atual é " No place for heroes de 2017


Soulburner (Chile) Não confunda essa com as suas homônimas da Colômbia e do México a Soulburner chilena faz um Melodic Death metal com forte influencias da cena sueca, banda formada no ano de 1997 possuindo três full , o mais recente é Self Deceiver de 2017 
                                                    


Diabolus Alma Mater
- D.A.M (Brasil) Primeiro representante brasileiro do festival e não poderiam  escolher melhor o D.A.M a tempo vem fazendo um excelente registro de Death Metal com muitas melodias soturnas, sem mais sou fã , seu ultimo registro é o EP Premonitions... em breve resenhado aqui 



VysceryS (Argentina) Excelente Thrash metal da argentina com os vocais de Sofia Quiroga, ano passado lançaram o seu primeiro full Vestigios de un apocalipsis sin razón, o pessoal aqui do Brasil tem que ouvir mais bandas da América Latina e nada melhor do que começar como um Thrash/ Heavy violento 



Jugulator (Argélia) quando digo que o metal é um gênero universal é isso que me refiro não deixe de conferir essa grande banda de Thrash Metal  formada em 2014 até o momento lançaram um cd o AD exitium no ano de 2019 



Scarlight (Argentina) banda de Heavy Metal melódico que usa de samples eletrônicos e cria uma ambientação fantástica nas suas musicas , não conhecia a banda mas curti muito a proposta da banda e os vocais de Dan Sanger. 



Callamity(Brasil) mais um representante brasileiro ai temos o Thrash Metal do Rio de Janeiro a banda até o momento possui apenas um EP mas que chamou muito nossa atenção não deixe de conferir Nature of Ashes 



Odissea ( Argentina) Banda de Metal Hard rock Argentina formada por: Hugo J. Meza nas guitarras e teclados,Micaela Flores - Vocal e Lautaro Chamorro no baixo 



Segue também os horários de acordo com os fuso horário dos países


Horarios:
18:00hs - Peru / México / Colômbia
19:00hs - Chile / Venezuela
20:00hs - Argentina / Brasil / Uruguai
23:00hs - Togo
00:00hs - Reino Unido  / Suécia / Argelia
01:00hs - Egito / Botswana / Espanha


Radar Underground # 05

Continuamos nossa jornada pelos lançamentos de 2020, confira: 




21) Banda: Abandoned Humanity 
País: Rússia
Lançamento:  The God that Dwells in Flame   (Single)
Estilo:  Prog/Death 



22) Banda: Abandoned Mortuary
País:  Hungria 
Lançamento:  Summon the Elders 
Estilo: Death Metal

23) Banda:Abanoch 
País: Qatar 
Lançamento: Buried And Left Behind
Estilo: Black/Death Metal 



24) Banda: Abart 
País: Alemanha 
Lançamento:  Fötus
Estilo:  Black/Doom 



25) Banda: Abbashaitan 
País:  Finlândia 
Lançamento:  Rites of the unlight 
Estilo: Black Metal 





quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Divulgação: 7Peles e The Troops of Doom: A extremidade do Metal Nacional

O metal nacional principalmente nas suas raias mais extremas está sempre revelando grandes nomes e grandes trabalhos sempre, provando que apenas um país tão desgraçado como o Brasil poderia lançar bandas com tanto potencial de devastação, vamos falar um pouco mais de cada lançamento: 



The Troops of Doom -Between the Devil and the Deep Blue Sea 

Faz tempo que a formação de uma banda não chamava tanta a atenção e criava um hype tão grande afinal de contas estamos falando de um super grupo que mesmo sem mostrar nenhum som até hoje, já tínhamos a certeza que seria monstruoso pois quem esta a frente desse projeto é Jairo Tormentor nas guitarras uma das mentes criativas por trás dos primórdios do Sepultura, além deles temos também o conceituado Marcelo Vasco nas guitarras, Alexandre Oliveira na bateria e Alex Kafer no baixo e vocal. 

E sejamos sinceros com um time desse alguém  não esperava algo no minimo avassalador, pois é voltamos aos temspos do Bestial Devastation e Morbid Vision só que apresentando uma produção de hoje por isso mesmo todas nossas expectativas foram atendidas então que venha o EP the Rise of Heresy 



7Peles -Mestres da Lei e Fariseus

Vem igreja, o culto do 7Peles vem mostrando que depois da sua formação a blasfêmia e profanação não vão parar tão cedo, pelo contrário o som Mestres da Lei e Fariseus, é a primeira palavra que irá anunciar O Segundo Evangelho do 7Peles o som foi gravado durante a pandemia e já nesse som percebi uma evolução do clero, com a sonoridade ainda mais definida e os vocais marcantes além da letra que usa trechos do livro $agrado para blasfemar , perfeito; 



Em um ano tão caótico o Metal extremo serve de inspiração para seguir em frente sem criadores , sem deuses.


terça-feira, 4 de agosto de 2020

Aniversário Macabro # 01 Max Cavalera

Salve Headbangers estamos hoje inaugurando uma nova coluna aqui no site onde vamos homenagear tanto álbuns como grandes nomes do Metal, e para começar nada melhor do que um dos melhores frontman do Metal:  Max Fucking Cavalera, então vamos apontar aqui 13 grandes registros de suas contribuições para a Música Extrema e claro que ficara muita coisa de fora, mas não poderíamos  deixar a dada de 04 de agosto passar em branco, Parabéns Max Cavalera. 



1) Necromancer /Sepultura  
Split: Bestial Devastation 
Desde o seu primeiro lançamento a banda já tinha preparado um dos seus principais sons , música essa que nunca deveria ficar de fora do shows do Sepultura, mas como o foco aqui é o aniversariante, da para dizer que esse som tem aquele ar de amadorismo mas longe de ser uma critica pelo contrário, Max é um gênio que consegue se adaptar a vários estilos como você vai ver nessa lista 



2) Crucifixion/Sepultura 
álbum Morbid Visions
A esteia com um álbum completo, para muitos puristas o Sepultura original é esse, discordo mas não dá para negar que a gente sente falta dessa podreira, da época de Max Possessed, Death Metal Old School.

3)  From The Past Comes The Storms/ Sepultura 
álbum: Schizoprenia
Aqui começa o processo de transformação do Sepultura o passado death vai dando espaço para o Thrash claro que o vocal do Max se adapta muito bem a essa passagem, e a faixa de abertura já mostra isso logo depois daquela intro macabra que marca esse trabalho super tecnico 





4) Mass Hypnosis / Troops of Doom - Rock In rio II/Sepultura 
álbum: Beneath the Remains 
iria destacar uma música mas impossível não ser fã de Metal e não se emocionar com a massa cantando o refrão da musica, naquele momento a dominação era mundial o sepultura era uma das maiores banda de thrash do Mundo




5) Arise / Sepultura 
álbum: Arise
I see the world - old I see the world - dead todo fã de thrash metal tem esses versos marcados na memória e impossível não se empolgar com esse som na verdade com esse registro que é na minha opinião o melhor trabalho do sepultura,e mais uma vez uma aula de como um vocal thrash tem que soar. 



6) Slave New World / Sepultura 
álbum: Chaos AD 
Como superar o sucesso de um álbum como Arise, lançando algo tão matador  quanto , aqui Max está na sua melhor forma como vocal e guitarra também e claro esse álbum seria o começo do que esta vindo no Roots 


7) Attitude / Sepultura 
álbum: Roots 
Confesso que tenho problemas com o Roots e não é meu top five do sepultura mas inegável que Max se achou musicalmente nesse trabalho e muito do que ele apresentou no Soulfly vem daqui, escolhi essa faixa em especial pois apresenta aquela entrada de berimbau marcante que é tocado pelo Max.



8) Eye for an Eye / Soulfly 
álbum: Soulfly 
Esse começo do Soulfly foi basicamente o Max buscando suas inspirações, tem bastante elementos percussivos e remete bastante ao New Metal escolhi essa música porque tá evidente o ódio e a mensagem que ela passa.  


9) World Scum / Soulfly
álbum: Enslaved
Que som meus amigos, que trabalho Max voltando ao Death metal claro que Dark Ages já era um baita trabalho pesado mas Enslaved é meu trabalho favorito do Soulfly a parceria com Travis Ryan of Cattle Decapitation deixa tudo muito extremo, sem mais ouça alto. 


10) We Sold our Souls to Metal/Soulfly 
álbum:  Archangel 
Uma verdadeira declaração de amor ao Metal, e sim nós entregamos nossa alma para o Metal desde nossos primeiros contatos com a musica pesada até hoje não é música apenas e sim um estilo de vida por isso acredito que esse som é tão especial.


11) Nailbom Live in Dynamo 
álbum:  Point Black 
Da mente criativa de Max e Alex Newport saiu esse que é um dos registros mais diferentes da carreira de ambos os músicos mas nem por isso não deixa de ser marcante por isso mesmo que citei o show inteiro sabe hoje a sonoridade de bandas como Gojira e Meshuggah é por ai.

12)  Wings Of Feather And Wax/ Killer be Killed
álbum: Killer be Killed
Saca só o time ao lado de Max temos, Greg Puciato do The Dillinger Escape Plan., Troy Sanders do Mastodon e Dave Elitch The Mars Volta só os pertubados responsáveis pela renovação do metal na ultima década tinha como dá errado ? obvio que não então esse debut auto intitulado é indispensável



13) Sanctuary / Cavalera  Conspirancy
álbum: Cavalera Conspirancy 
A besta está a solta, acredito que o clipe dessa música remete bem o que é o espirito do CC os irmãos Cavalera estão juntos novamente então é hora de por a casa abaixo, esse trabalho de estréia é simplesmente isso um grande tributo a toda obra musical que os Cavaleras carregam consigo. 


segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Notas Extremas # 112


Salve Headbangers vamos começar os trabalhos da semana informando nossos leitores do que vem ocorrendo na Cena do Meta nacional com as nossas Notas Extremas # 112

1)Behavior : Banda divulga vídeo ‘rehearsal’ para música “Death Metal Force”

Os baianos do Behavior  seguem extremamente ativos nas redes sociais e mesmo trabalhando pesado na divulgação do atual single “Necrophagic Necrophilia” e na gravação e produção de deu vindouro álbum, continuam promovendo seus antigos lançamentos.
Desta vez, “Morbid Obsession” entrou em destaque, pois a banda divulgou um vídeo ‘rehearsal’ para música “Death Metal Force”, filmado, editado e produzido por Joaquim Fauro da Against The Media, assista: 




2) The cross: Banda anuncia desligamento do baixista Mario Baqueiro

Em meio aos trabalhos de divulgação do atual single, “Unnatural”, e gravação do vindouro álbum, os baianos do The Cross acabam de divulgar que passarão por mudanças em seu line up.A banda anunciou, em suas redes sociais, o desligamento do baixista Mario Baqueiro: “O THE CROSS agradece os 5 anos dedicados aos nossos trabalhos, à sua amizade e irmandade. Desejamos tudo de melhor e todo sucesso do mundo em suas novas empreitadas. Stay Doom” – Completa a nota – leia na íntegra aqui: https://bit.ly/3073QgZ.
Como supracitado, o grupo segue trabalhando na promoção do single “Unnatural”, que foi lançado nas principais plataformas de streaming e download do mundo



3)  Brave lançando clipe para 
"Valhalla"

Faixa faz parte do novo álbum da banda, “The Oracle”, lançado em Fevereiro, depois da épica estreia com “The Last Battle” (2012) e do celebrado aperfeiçoamento em “Kill The Bastard” (2016), o Brave lança seu novo álbum, “The Oracle”.
Gravado e mixado por Marcio Teochi no Teochi Studio em Itu/SP e masterizado no estúdio Absolute Master em Capivari/SP, “The Oracle” reúne oito faixas: “Intro”, “Firestorm”, “The Oracle”, “We Fight for Odin”, “Valhalla”, “Wake The Fury”, “Fall To The Empire” e “We Burn The Heart”. 



4)Jarakillers divulgado o título do novo álbum da banda

A Jarakillers confirmou que o seu novo álbum se chamará “Tupinambás” e abordará assuntos da história do Brasil como batalhas com índios, guerra como a do Paraguai, aspectos da floresta amazônica, dentre outros.
O novo material será produzido por Rogerio Wecko (banda Threat) no estúdio paulista Dual Noise Studio, mesmos estúdio e produtor do último álbum da banda, “Still Macabre”.




quinta-feira, 30 de julho de 2020

Resenha #151: "Prophecies of Plague" (2020) - Sacramentia

Já tinha ouvido falar muito bem do Sacramentia, porém na correria do dia a dia não consegui parar para ouvir a banda com a devida atenção que ela merece. Mas esse dia chegou, e depois de ouvir duas faixas, pensei, está na hora de pagar essa dívida. Como foi sábia essa minha decisão, pois temos aqui um registro que dá gosto de ouvir! Ele espelha todo o cuidado técnico e de produção que uma banda deve ter, para aí sim se lançar no 'underground'.


Todo o apuro técnico da banda pode ser observado em vários detalhes, como os arranjos, a produção e a capa, que faz referência ao conceito trabalhado pela banda, que é o período da peste negra e como as instituições religiosas foram, também, outros grandes responsáveis pelo macabro e retrógrado espírito que rondava aquela época (qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência).

Por isso, temos a junção entre o sacro e a demência palavra que batiza o grupo formado por Renan Bezan no vocal, André Guimarães e Guilherme Mendes nas guitarras, Guilherme Melo no baixo e Leonardo Michelazzo na bateria. Eles conseguem provar que são excelentes instrumentistas e vão em várias escolas do metal extremo para desenvolver sua sonoridade, por isso não é estranho que no meio da violência toda, você encontra um dedilhado de violão ou levadas a mais 'groovadas', tudo isso associado ao excelente 'death' metal da banda.

Scorn Fate abre o trabalho com uma levada bem do 'death' metal moderno, por isso temos uma boa dose de melodia nas guitarras, mas com o peso sempre a frente. Nessa mesma pegada temos Scum, que se apresenta com um ótimo trabalho de baixo e bateria. Silent Sinner apresenta uma linha de violão acústico, criando um contra ponto, pois depois o som vai para um dos momentos mais absurdos do registro.

Elementos do 'thrash' também estão aqui com CruciFiction que tem uma levada de guitarra bem Slayer e um momento mais 'safadinho', digamos assim. Ancient tem uma pegada tribal, provando que o Sepultura também é uma ótima influência.

Não posso deixar de apontar dois sons que não são só os meus favoritos do registro, como também dos que eu ouvi de metal esse ano. In Integrum Pandemonium que tem um momento instrumental que é, no mínimo, brilhante! E Unknown Gods, que começa com um ótimo 'groove' e vai para uma linha do 'Black metal' que é sensacional, o que faz a gente pensar no que a banda pode produzir em próximos trabalhos.


Que responsa que eles arrumaram para eles hein? Lançar, logo de cara, um trabalho de extrema qualidade! O Sacramentia vem forte, provando algo que sempre dizemos aqui, o Metal nacional vive e nunca deve nada para as bandas de fora.


TRACK LIST: 
1) Scorn Fate 
2) Scum 
3) In Integrum Pandemonium 
4) Black Psalm 
5) Silent Sinner 
6) Necrolust 
7) CruciFiction 
8) Falling State ov Mind 
9) Ancient 
10) Unknown Gods


FORMAÇÃO:
Renan Bezan - vocal;
André Guimarães - guitarra;
Guilherme Mendesguitarra;
Guilherme Melobaixo;
Leonardo Michelazzo - bateria.



Contatos:


Revisado e editado por Carina Langa.

Terror Underground #21: "Fome Animal" (1992)

... A sua mãe comeu meu cachorro


Salve Headbangers e fãs de terror de gosto totalmente duvidoso!
Hoje é dia de falar de 'gore' e vendo a ótima recepção que nossa resenha de "Re-animator" recebeu, percebemos que vocês compartilham do mesmo mau gosto que a gente, por isso, vamos para um clássico, nada mais, nada menos, que um dos filmes que define a estética do 'Trash' e que depois de seu lançamento, levou seu diretor Peter Jackson a fazer filmes menores, de um tal de gnomos que querem destruir um anel... (Zoeira, eu curto a trilogia clássica).
 

Para quem fez o ato imperdoável de não assistir essa aula de cinema, note que estamos na era pré super CGI, por isso as maquiagens, o corte de câmeras e a violência e, claro, os baldes de sangue e tripas são mais trabalhados e graças a satã esse filme não foi afetado (ainda) pela praga dos 'remake's.
 
Claro que quem já assistiu o 'maravilindo' "Bad Taste", não vai se surpreender fácil e até consegue ver a mão do cinema autoral de Jackson. O mais irônico é pensar que será que os almofadinhas do
Completam o time dessa obra de arte Stephen Sinclair, nos roteiros e no elenco estão Thimoty Balme como o protagonista Lionel Cosgrove, Diana Peñalver, como Paquita Sanchez, e Elizabeth Moody, como Vera Cosgrove, a mãe comedora de cachorros.
 
Vamos a história, Leonel é um fracassado que vive com a mãe que conhece uma moça, se apaixona e decide convidá-la para dar uma volta no zoológico, só não imaginava que sua mãe ciumenta iria atrás dele e que no zoo seria atacada pelo maligno MACACO RATO DA SUMATRA,  SIMMM ISSO MESMO!
 

Após esse ataque ela não se sente muito bem e começa o seu processo de 'zumbificação' que vai se desencadear em momentos antológicos para o cinema mundial, como a briga do padre versus zumbis, o bebê zumbi no parque, a cena de sexo entre zumbis, enfim... Um ode ao refinamento cinematográfico!
 
E tem muito mais, não vou falar para não estragar a surpresa, mas a importância de "Fome Animal" é ilimitada, desafio a dizer que não existe filme mais genialmente tosco, e se hoje temos uma coluna chamada



Revisado e editado por Carina Langa. 

segunda-feira, 27 de julho de 2020

13 Sons Extremos #04: Drowned

Salve Headbangers!
Nosso quadro 13 Sons Extremos tem como objetivo passar pela discografia das bandas e apontar treze sons que são, na nossa opinião, destaques. Nessa edição apresentamos a primeira banda mineira a fazer parte desse quadro, não poderíamos começar melhor, pois vamos falar do Drowned.


 
A banda mineira de 'Death/Thrash' debutou com o trabalho "Where Dark and Light Divide...", uma demo lançada em 1998 que contava na formação com Fernando Lima no vocal, Thiago Rodrigues e Marcos Amorim nas guitarras, Rodrigo Nunes no baixo e Beto Loureiro na bateria.

A estreia oficial foi no ano de 2001, com "Bonegrinder", a banda aqui tem seus momentos mais 'death metal old school',  mas já com aquele ar de pura técnica nas guitarras, que é a marca do Dorwned, por isso mesmo, este trabalho é um dos meus favoritos, os destaques aqui vão para:

1) Spiritual Force to Kill



2) Men Who Break Bones




A boa recepção do trabalho abriu as portas para o EP "Back From Hell". Além dos 'cover's' à duas lendas do metal mineiro Sarcófago e Sepultura, nosso destaque vai para a faixa título, afinal de contas eles vieram do inferno para quebrar ossos!


3) Back From Hell





Em 2003 temos o segundo 'full', "Butchery Age". Uma melhor produção faz a banda subir ainda mais alguns degraus no 'Underground',  o que a levou também a muitos shows pelo país. Um CD curtinho, com pouco mais de 35 minutos, é difícil de escolher um som só desse álbum, mas vou apontar meu favorito.




4) Natural Born Killers




Em 2004 temos o lançamento de "By the Grace of Evil". Com dez faixas esse registro mostrou o Drowned aumentando o seu leque sonoro, com a banda se tornando ainda mais técnica. É desse trabalho que temos também o primeiro clipe oficial para a faixa AK-47, além de uma das capas mais bonitas da discografia dos mineiros, minha escolhida desse trabalho é a segunda faixa 

5) Hell March




Depois do EP "By the Evil Alivea" a banda passa por mais algumas mudanças de formação e no ano de 2006 lançam, para mim, a sua grande obra prima! Sou suspeito para falar desse trabalho que acho incrível, um dos grandes clássicos do metal nacional. Estou me referindo ao "Bio-Violence", recomendo o álbum todo, mas para não lotar a lista com sons de um trabalho só, vamos de duas indicações, que não à toa, ganharam vídeo clipes.


6) New Rome Arises
 


7) The Fossil Target



Depois de uma compilação e um 'split',  era hora de um material inédito e ele veio em 2011 com "Belligerent Part II - Where death and greed are united". Marcando a fase mais técnica da banda, já não sendo muito possível identificar o que é 'thrash' ou 'death' e sim, o som do Dronwed. Meu destaque vai para a abertura e para o encerramento do trabalho, a primeira, com um dedilhado incrível e a segunda, é um dos momentos mais épicos da banda.


8) The War Remains the Same



9) The King Can Do No Wrong



Um ano depois, a primeira parte do trabalho é lançada e aconselho muito ouvir os dois álbuns, um depois do outro, para ver como as duas obras se encaixam, na verdade, se completam "Belligerent - Part One: The Killing State of the Art" é avassalador. Uma banda que olha para o passado com respeito e já consegue observar o futuro. Meus destaques vão para Save The Last Tyrants que é um 'death' metal urrado e fudido e The Miserable End Begins que já abre o registro com os dois pé no peito. 


10) Save The Last Tyrants



11) The Miserable End Begins



Cinco anos nos separaram de um novo trabalho até que, em 2018, é lançado "7Th" e eu tenho uma relação bem antagônica com esse álbum. De início eu não gostei, pois achei que a banda tinha ficado muito diferente daquela que eu estava acostumado, porém depois de algumas audições, hoje ele é meu segundo trabalho favorito da banda, só perde para "Bio-Violence", destaques para: 

12) Violent March of Chaos



13) The Bitter Art of Detestation 


Revisado e editado por Carina Langa.

sábado, 25 de julho de 2020

Resenha #150: "Subversive Need" (2020) - Pandemmy

Há tempos que Pandemmy vem dando largos passos para se tornar um dos grandes nomes do nosso metal nacional, e motivos para isso não faltam, além de ser uma banda formada por músicos extremamente técnicos, eles sabem, como poucos, fazer uma sonoridade que já é identificável nos primeiros acordes. Nesse novo trabalho, a banda apresenta um 'mix' entre o 'Thrash' e o 'Death' Metal fazendo assim, um dos seus melhores álbuns.



Esse é o primeiro trabalho onde o guitarrista Guilherme assume os vocais e não faz feio, só fico imaginando o empenho que esse cara vai ter para, além de cantar, executar as linhas de guitarras desse álbum, completam o time da banda o único remanescente da formação original Pedro Valença nas guitarras, Marcelo 'Santa Fé' no baixo e Vitor Alves na bateria.

Time apresentado, vamos ao trabalho, que já ganha muitos pontos positivos pela capa, pois a arte consegue transmitir bem a mensagem que a banda pretende passar ao longo da audição do 'play' o que casa bem com o conceito apresentado nesse álbum, pois não existe terror maior do que a vivência na nossa sociedade atual. 

Deforestation abre o álbum com uma pegada de 'Death Metal Old School' bem arrastada e pesada, lembrando o trabalho dos catarinenses do Orthostat (resenha no link: http://www.undergroundextremo.com/2020/07/resenha-149-monolith-of-time-2019.html).

Na sequência Neo Hate já vem com uso de coros que remetem ao 'Thrash' e ficou simplesmente sensacional, essa influência da velocidade e levada 'thrasheira' pode ser sentida também em Terror Paranoia

Webcaos conta com a participação de Lohy, do grande Reabelliun e é uma cacetada sem pudor! Falando em participações, não posso deixar de citar também a presença de Danilo Coimbra (Malefactor e Divine Pain) em Free Mumia (A Panther In The Cage), esse som ao lado de Xenophobia, apresenta letra com críticas ácidas e maduras, mostrando que o Pandemmy não tem medo de se posicionar e por isso mesmo,  ganharam ainda mais o meu respeito. 



Em um ano que vai ficar marcado na história por atitudes estúpidas vindas de vários lados, a arte é um acalento, então mais do que nunca, vamos valorizar o metal nacional e bandas como o Pandemmy, fazem muito por merecer!

TRACLIST:
1) Defloration 
2) Neohate 
3) Free Mumia (A Panther In The Cage) 
4) Webcaos 
5) Xenopobia
6) I Choose My Blood
7) Terror Paranoia
8) The Ilusion of Suffering 
9) Charlottesville


FORMAÇÃO:
Pedro Valença - guitarras;
Marcelo 'Santa Fé' - baixo;
Guilherme Silva - guitarras e vocal; 
Vitor Alves - bateria.



Contatos:

Revisado e editado por Carina Langa.

Década do Metal #07


Salve Headbangers!
Chegou o momento de revisitar a década de 2010 - 2020 para o Metal Mundial. Nosso objetivo é reverenciar grandes trabalhos lançados nesse período, provando assim que mesmo com o passar do tempo, o Metal sempre será um estilo musical de elevada relevância.

1) "Colored Sands" - Gorguts



O retorno dessa primorosa banda em 2013 tem que figurar na nossa lista, se hoje o Djent e bandas que levam o 'death' metal para as raias do progressivo são reverenciadas, muito se deve a genialidade de Luc Lemay, que reuniu músicos de bandas como Origin e Krallice, ou seja, eles reverenciam o 'pai' da porra toda.

Essa grande banda canadense tem no seu currículo um trabalho obrigatório, chamado "Obscura" que é até recomendado. Caso você não conheça o som da banda, vá ouvir esse trabalho primeiro e depois venha para "Colored Sands", pois já aviso, aqui temos um trabalho difícil de entender nas primeiras audições. 

Todo o trabalho é imprevisível, não existe muita demarcação de onde começa uma música e onde termina a outra, a sensação que você vai ter é que uma massa sonora passou por cima de ti, perceptível em An Ocean of Wisdom e Reduced to Silence.



2) "13" - Black Sabbath


O que dizer de um álbum que marca o adeus da maior banda de 'Heavy' Metal que o mundo já teve? Imperdível , clássico, necessário, sim, tudo isso e muito mais! Esse trabalho é o 19° da discografia da banda e claro, por mais que tenha passado por altos e baixos, a sua relevância é inquestionável.

Vale lembrar que não estávamos com a formação totalmente clássica, já que embrolhos legais impediram a participação de Bill Ward, porém seu substituto Brad Wilk não fez feio e quem poderia imaginar ter um músico do Rage Agaisnt The Machine no Sabbath não é mesmo?

Começamos destacando The End of The Beginning. A primeira faixa já é uma volta ao passado, dando a impressão de que um capítulo que se iniciou la na faixa homônima se encerra. God Is Dead? mantém uma pegada sombria e mostra quem foi que criou isso tudo! Ainda temos Loner, Age of Reason e Dear Father todas dignas dos mestres. Fato é que "13" irá vencer as barrerias do tempo e ganhar um destaque na discografia dos ingleses, só de imaginar que esse foi o último trabalho com o nome Sabbath... Impossível não se arrepiar!



3) "Aftershock" - Motörhead



Existe uma falácia que diz que o Motörhead é uma banda que só copia e não lança nada de novo. Bem, fato é que eles não precisam disso. Ao chegar nesse 21° álbum, estávamos ainda em choque pelas notícias da saúde do 'Deus Lemmy',  mas claro que depois do choque veio o coice, e, a melhor forma de começar um trabalho seria com Heartbreaker. Sem muito tempo para o respiro vem Coup De Grace, Lost Woman Blues e Death Machine.

A 'Saga Going' ganha mais um capítulo agora com Going to Mexico. O álbum traz ainda a bonita Dust And Glass e Queen Of The Damned, provando aquilo que na verdade a gente sabe bem, Motörhead é insubstituível!


Revisado e editado por Carina Langa.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Resenha #149: "Monolith of Time" (2019) - Orthostat

Existem bandas que abraçam um estilo musical e decidem seguir a risca todas as características do estilo, e isso não tem problema algum, pois se apresentar qualidade, não tem nada melhor do que ouvir um som fiel ao seu gênero, entretanto, temos também um segundo grupo que são aquelas que saem da sua zona de conforto, levando o experimentalismo e a sua musicalidade para onde a imaginação quiser, claro que isso demanda um talento monstruoso, e posso afirmar que a Orthostat ostenta essas qualidades e todo o capricho técnico que envole seu mais recente trabalho "Monolith Of Time" comprova isso.


Formada no ano de 2015 em Jaraguá do Sul/SC a banda já tinha deixado uma ótima impressão com a audição do registro "Into the Orthostat", porém, agora nesse 'full' eles conseguem deixar bem claro a evolução musical que a banda pretende seguir, com elementos do 'Doom' e do 'death' e até, em alguns momentos, evidenciando sonoridade mais progressiva, devido a virtuosidade dos mesmos.

Outro ponto a se destacar é a parte das letras, consigo imaginar o nível de pesquisa que rolou para a banda aprofundar tanto os temas sem, todavia, ser massante,  e o mais impressionante, é que elas 'conversam' com o instrumental.

Ambaxtoi já inicia o material com gritos de desespero que indicam que as portas do inferno foram abertas! Os vocais de David Lago, mais guturais dão o norte para o som brutal que segue, Qetesh é o destaque na minha audição. A variação entre momentos mais rápidos com outros totalmente 'doom', ficaram incríveis.


Os trabalhos de guitarra, David Lago e Rudolph Hille, e baixo, Eduardo Rochinski, também são muito efetivos para criar a atmosfera densa tão desejada pela banda. Ouça Incitatus e The Will Of Ningirsu e entenda o que estou destacando. Finalizando temos a faixa que batiza a banda, que é perturbadora de tão tétrica!


Existiu um período no 'Underground' que o 'Death' metal era o estilo mais obscuro do gênero e bandas como a Orthostat rememoram essa fase, para nossa sorte!

TRACLIST:
1) Ambaxtoi 
2) Qetesh
3) Eridu
4) Incitatus
5) Baetylus
6) The Will Of Ningirsu
7) Tezcatlipoca
8) Orthostat

FORMAÇÃO:
David Lago - guitarra e vocais;
Eduardo Rochinski - baixo;
Rudolph Hille - guitarra.


Contatos:
Facebook: https://www.facebook.com/OrthostatDM/

Revisado e editado por Carina Langa.

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