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segunda-feira, 27 de julho de 2020

13 Sons Extremos #04: Drowned

Salve Headbangers!
Nosso quadro 13 Sons Extremos tem como objetivo passar pela discografia das bandas e apontar treze sons que são, na nossa opinião, destaques. Nessa edição apresentamos a primeira banda mineira a fazer parte desse quadro, não poderíamos começar melhor, pois vamos falar do Drowned.


 
A banda mineira de 'Death/Thrash' debutou com o trabalho "Where Dark and Light Divide...", uma demo lançada em 1998 que contava na formação com Fernando Lima no vocal, Thiago Rodrigues e Marcos Amorim nas guitarras, Rodrigo Nunes no baixo e Beto Loureiro na bateria.

A estreia oficial foi no ano de 2001, com "Bonegrinder", a banda aqui tem seus momentos mais 'death metal old school',  mas já com aquele ar de pura técnica nas guitarras, que é a marca do Dorwned, por isso mesmo, este trabalho é um dos meus favoritos, os destaques aqui vão para:

1) Spiritual Force to Kill



2) Men Who Break Bones




A boa recepção do trabalho abriu as portas para o EP "Back From Hell". Além dos 'cover's' à duas lendas do metal mineiro Sarcófago e Sepultura, nosso destaque vai para a faixa título, afinal de contas eles vieram do inferno para quebrar ossos!


3) Back From Hell





Em 2003 temos o segundo 'full', "Butchery Age". Uma melhor produção faz a banda subir ainda mais alguns degraus no 'Underground',  o que a levou também a muitos shows pelo país. Um CD curtinho, com pouco mais de 35 minutos, é difícil de escolher um som só desse álbum, mas vou apontar meu favorito.




4) Natural Born Killers




Em 2004 temos o lançamento de "By the Grace of Evil". Com dez faixas esse registro mostrou o Drowned aumentando o seu leque sonoro, com a banda se tornando ainda mais técnica. É desse trabalho que temos também o primeiro clipe oficial para a faixa AK-47, além de uma das capas mais bonitas da discografia dos mineiros, minha escolhida desse trabalho é a segunda faixa 

5) Hell March




Depois do EP "By the Evil Alivea" a banda passa por mais algumas mudanças de formação e no ano de 2006 lançam, para mim, a sua grande obra prima! Sou suspeito para falar desse trabalho que acho incrível, um dos grandes clássicos do metal nacional. Estou me referindo ao "Bio-Violence", recomendo o álbum todo, mas para não lotar a lista com sons de um trabalho só, vamos de duas indicações, que não à toa, ganharam vídeo clipes.


6) New Rome Arises
 


7) The Fossil Target



Depois de uma compilação e um 'split',  era hora de um material inédito e ele veio em 2011 com "Belligerent Part II - Where death and greed are united". Marcando a fase mais técnica da banda, já não sendo muito possível identificar o que é 'thrash' ou 'death' e sim, o som do Dronwed. Meu destaque vai para a abertura e para o encerramento do trabalho, a primeira, com um dedilhado incrível e a segunda, é um dos momentos mais épicos da banda.


8) The War Remains the Same



9) The King Can Do No Wrong



Um ano depois, a primeira parte do trabalho é lançada e aconselho muito ouvir os dois álbuns, um depois do outro, para ver como as duas obras se encaixam, na verdade, se completam "Belligerent - Part One: The Killing State of the Art" é avassalador. Uma banda que olha para o passado com respeito e já consegue observar o futuro. Meus destaques vão para Save The Last Tyrants que é um 'death' metal urrado e fudido e The Miserable End Begins que já abre o registro com os dois pé no peito. 


10) Save The Last Tyrants



11) The Miserable End Begins



Cinco anos nos separaram de um novo trabalho até que, em 2018, é lançado "7Th" e eu tenho uma relação bem antagônica com esse álbum. De início eu não gostei, pois achei que a banda tinha ficado muito diferente daquela que eu estava acostumado, porém depois de algumas audições, hoje ele é meu segundo trabalho favorito da banda, só perde para "Bio-Violence", destaques para: 

12) Violent March of Chaos



13) The Bitter Art of Detestation 


Revisado e editado por Carina Langa.

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