Attomica 4: Um tributo ao Guerreiro

Nota do editor: Está resenha já estava programada para sair mês que vem, mas, com a prematura morte de Alex Rangel decidimos antecipar até mesmo como homenagem ao saudoso vocalista. RIP Alex Rangel.

Verdade seja dita qualquer álbum da curta discografia do Attomica, poderia estar na sessão de álbum clássico porque, os bastardos de São José dos Campos, estão na ativa desde 1985 e, como poucos sabem os atalhos e caminhos pedregosos do metal nacional.

Optei pelo Volume 4 por ser uma obra recente como é o objetivo divulgar trabalhos que com o tempo se  tornarão verdadeiros baluartes na discografia das bandas citadas.

Vale dizer que foram 21 anos de um incomodo silencio que foi quebrado com o sintomático titulo de Volume 4 e, se esse não é um nome que entrega muita coisa o headbanger já saberá o que encontrar thrash metal old school com hardcore e crossover resumindo tudo violência sonora.

É claro que os mais puritanos podem sentir a falta de Laerte Perr, porém Alex Rangel dá um gás para banda e sua variações de vocais é muito eficiente.

Uma audição completa vai dar aquela sensação de revival, mas, não acho que seja o termo certo porque a banda não está revivendo, já que eles são pioneiros e agora tem a chance de uma sonoridade melhor.

Então tome pedrada, oldschool  Bloodbath, Down the drain, Wanted são um convite ao mosh coletivo além da ousadia de algo mais erudito como "Amen"  em resumo não há destaques ouça o álbum inteiro e que a banda não faça mais a gente esperar 20 anos.


Faixas:


1. Blood Bath
2. Black Death
3. Yakuza
4. Night Killer
5. Wanted
6. Down the Drain
7. Mysterious Lady
8. Hurt n Scared
9. Amen

 Formação do álbum:

Alex Rangel (vocal)
João Paulo (guitarra)
Luiz Amadeus (guitarra)
André Rod (baixo)
Vitor Friggi (bateria)


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