Melhores do ano parte 3 Black Metal


Nosso especial de melhores lançamentos do ano de 2017, dessa vez vai ressaltar as hordas profanas, o Brasil sempre foi um celeiro maldito de bandas, então segue abaixo dez opus que honraram o legado do metal negro

1) Aggresssion: Revoada de bruxas:  Vinda de Campo Grande a Aggression apresenta nesse trabalho uma releitura do livro Malleus Maleficarum na parte lírica, o que em si já é um destaque, junte a isso um Black metal ríspido e inspirado totalmente em português. Destaque para os sons: "Endemoniados na luxúria", "Possessões satânicas", "Sabá das parteiras".
 

2) Great Vast Forest: From the Dark Times to the Black Metal Legion: Como fã do metal negro é impossível não comemorar o retorno dessa horda do Paraná, e não um simples retorno, pois o opus lançado faz jus a sua historia e como o nome diz as legiões do metal negro tem o retorno do seu líder. Destaque para os sons: “Ride of the Valkyries”,  “In the Deep Forests of Transylvania”,  “The Witch in the Mist”.


3) Impiedoso: Reign in Darkness: Observe a capa, o logo e o nome da horda, sem dúvida Impiedoso é exatamente isso, sem misericórdia, com as almas cristãs e com os não preparados para o metal negro.  Conheço a horda desde a demo "Abismo da desgraça", então, saber do lançamento desse trabalho é gratificante, não só para a cena catarinense mas também para a nacional. Destaque para os sons: "Demônio da sedução", "Pelas desgraças de Deus", "Liberty to Satan".


4) Justabeli: Blast The Defector (Picturs of Hell): Apresenta Black War metal. Não é sempre que temos um novo material da Justabeli para ouvir, então que esse EP sirva de base para um trabalho completo logo, enquanto isso, é bom saber que a banda continua fixa na sua ideia de um metal negro ríspido e violento, um grito de guerra. Destaque para os sons: “The Worst of Fire Storms”, “Parabellum” e “Ad Bellum Et Gloria".



5) Malefactor:  Sixth Legion: O Unholy Metal executado pela Malefactor nunca decepciona, afinal são 25 anos de dedicação ao metal negro. Nesse trabalho é perceptível algo mais agressivo e direto,  criando algo impactante e viciante. Destaque para os sons: "The Humanist”, "Sodom and Gomorrah” e "Behold the Evil".


6) Malkulth: Shoot to Kill (je$u$): Um Ep entre os melhores lançamentos do ano, sim pois estamos falando da horda Malkuth, que sempre fez questão de deixar bem claro seu ódio por toda cristandade, por meio de um Black metal com doses de melodia e muita heresia,  não tem como ser melhor, um outro grande retorno para marcar o maldito ano de 2017.   Destaque para os sons: "Shoot to Kill (je$u$)", "The Old Blade", "Dead".


7) Miasthenia: Antípodas: A cada álbum lançado minha admiração por essa horda só aumenta, a riqueza de detalhes das letras, é um dos grandes diferenciais do Miasthenia, porém nada disso valeria se não tivesse um som poderoso e aqui, arrisco dizer, que é o melhor trabalho do trio, sendo mais uma obra prima do metal negro. Destaque para os sons : "Antípodas", "Bestiários humanos", "Conjupuyaras".


8) Motherwood: Motherwood: O duo formado em São Paulo é sem dúvida o nome mais recente dessa lista, sendo formado no ano de 2017, mas no seu primeiro trabalho já se apresenta como um nome para ficar na cena, isso porque o som apresentado me remete aos melhores momentos do Katatonia (antigo) e Emperor.  Se você gosta daquele Black metal atmosférico e obscuro como deve ser. Destaque para os sons: "Sadness", "Solitude", "Trauma". 


9) Patria: Magna Adversia: A passos largos, o Patria vem tornando-se o maior nome da cena Black metal nacional e um dos grandes nomes do metal negro mundo afora, e mais um passo assombroso é dado nesse trabalho, aqui as melodias estão mais soturnas e o clima gélido está presente, não devendo nada, para falar a verdade, sendo muito superior as hordas gringas. Black metal nacional é ríspido e brutal e o nome Patria remete a essa honra. Destaque para os sons: "Infindels", "Axis", "Now I Bleed".


10) Somberland: Pest'Ology: Maldita Catarina, dois nomes nessa lista vinda do estado do Sul só demonstram força do metal negro, se no EP "Dark Silence of Death", o cartão de visita já era intimidador, nesse opus completo só confirma, serve de revelação para os grandes da elite, o estudo da peste é perturbador e opressivo. Destaque para os sons: "Pest’Ology", "Dark Silence of Death" e "Wrath of the Tyrant".

Texto escrito por Luiz Harley Caires e revisado por Carina Camila Langa.

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