Resenha #401: "The Awakening" (2019) - Crossbones

Salve Headbangers! Um dos nossos quadros aqui do site, o Mundo Underground, se destaca por trazer bandas não muito conhecidas, de cenários diferentes, e por isso mesmo que merecem um total destaque. E uma banda que eu trouxe lá uma vez e agora quero mostrar aqui para apreciação dos nossos leitores é o despertar do Crossbones.
Podemos afirmar que o Crossbones é um dos nomes mais fortes da Albânia, fazendo um sucesso regional desde a década de 90, sendo o seu primeiro trabalho um registro muito bom chamado "Days of Rage" (1997), porém essa resenha vai se limitar a detalhar o trabalho "The Awakening", o terceiro da sua discografia e que foi lançado no ano de 2019.
Contando na banda com Ben Turku nas guitarras, Olsi Ballta nos vocais, Theo Napoloni na bateria e Arlind Zerdja no baixo, o Crossbones entregou aqui, se eles me permitem dizer, o seu melhor trabalho, tirando a capa que eu acho meio qualquer coisa.
Under my Scars tem um começo que remete ao death metal mais moderno, algo na linha do Messugah e os vocais estão cada vez mais mergulhados na escola James Hetifield, um problema? De forma alguma, até porque o instrumental procura outras fontes para deixar o som mais original, grave essa informação ao longo da audição.
A faixa título é a maior do álbum e ao longo dos seus sete minutos ela percorre várias passagens, então se ao começo arriscar que ela é uma balada logo o clima pesa e aí temos momentos realmente pesados e interessantes. Face Off e Fancing My Fear são retornos para o thrash mais trabalhado e me lembrou o começo da carreira dos albaneses.
O trabalho se encerra com Man Made God, uma porrada que mostra o nível técnico que a banda se encontra e o que eles ainda têm para oferecer, já anotem o nome deles como aqueles fenômenos que ainda vamos ouvir falar muito.

Enlightened Fury e Realigning The Truth possuem elementos em comum, notei uma outra influência de bandas que não tinha notado, os vocais têm muito de Machine Head e o riff hipnótico que vai voltando ao longo da música é uma boa adição.
A faixa título é a maior do álbum e ao longo dos seus sete minutos ela percorre várias passagens, então se ao começo arriscar que ela é uma balada logo o clima pesa e aí temos momentos realmente pesados e interessantes. Face Off e Fancing My Fear são retornos para o thrash mais trabalhado e me lembrou o começo da carreira dos albaneses.
O trabalho se encerra com Man Made God, uma porrada que mostra o nível técnico que a banda se encontra e o que eles ainda têm para oferecer, já anotem o nome deles como aqueles fenômenos que ainda vamos ouvir falar muito.

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TRACKLIST:
1) Under My Scars
2) Enligthened Fury
3) Realigning the Truth
4) The Awakening
5) Face Off
6) Facing My Fear
7) Shine
8) Man - Made God
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FORMAÇÃO:
Ben Turku - guitarras;
Olsi Ballta - vocais;
Theo Napoloni - bateria;
Arlind Zerdja - baixo.