Mundo Underground # 213

    Salve Headbangers! Quem conhece nosso site sabe que o amor e a dedicação ao metal em todas as suas vertentes está acima de tudo e por isso mesmo, sempre estamos pesquisando novos lançamentos a nível mundial para mostrar para nossos leitores, então com essa proposta em mente, segue a mais nova edição do "Mundo Underground".

                                   

01) Silver lining  - Bitter Sweet ( Noruega) 

 The Bitter Sweet é uma banda norueguesa de Oslo que cria música original na intersecção entre o pop, o rock e o hard rock. Seu som combina melodias marcantes, letras profundas e paisagens sonoras atmosféricas, conferindo às suas canções energia e profundidade emocional. Enraizada na dualidade e em emoções mistas, The Bitter Sweet reflete as complexidades e contradições da vida, bem como a sabedoria que advém da experiência. Em vez de ver o mundo em preto e branco, a banda abraça o meio-termo — onde a esperança e a dúvida, a força e a vulnerabilidade, a luz e a escuridão podem coexistir. Com um amor genuíno pela melodia e uma abordagem honesta à composição, The Bitter Sweet oferece música poderosa e introspectiva, convidando os ouvintes a mergulhar em um som familiar, sincero e profundamente humano. Me lembrou o Audrey Horne e cquem conhece a banda sabe que isso é um baita elogio


02) Like A dream - Project : Zero ( Estados Unidos )

Fãs de Amaranthe comrrem aqui , eu ja falei dessa banda antes aqui no site e trago ele smais uma vez isso porque a cada som que lançam mostram uma evolução mjuito interessante na sua sonoridade o foco é o metal moderno com uma mistura de peso com um otque de melodia pop mas que isso não tira a a agressividade algo que foi feito na virada dos anos 2000 e agora com eles ganha ainda mais força uma grnade força surgindo no cenario.

03)  Break the Silence  - False Messiah  (Canadá) 

Mais um episodio da jornada epica escrita pelo False messiah se apresenta agora, com Break the Silence temos a revolta da resistencia agroa é hora da humanidae atacar, se voce não esta por dentro do que estamos falando vale uma adendo, Combinando profundidade orquestral, guitarras pesadas e texturas eletrônicas sombrias, o projeto explora o colapso, a resistência e a sobrevivência em um mundo regido por sistemas. Da exposição à resistência, cada faixa marca um estágio de transformação, passando do controle em larga escala para a resiliência humana sob pressão.
Break the Silence (com participação de Stéphane Buriez do Loudblast/Sinsaenum) marca um ponto de virada na história distópica de False Messiah. Em um mundo governado por máquinas, a humanidade deixa de lutar contra o sistema e opta pela adaptação. Ao retornar ao instinto, ao artesanato e ao silêncio, busca a sobrevivência.

04) Release From Restraint - Krating ( Tailândia)

Release From Restraint é uma faixa épica no estilo de trailer cinematográfico, com solos de guitarra e tecnica apurada. Um dos principais destaques desta música é o próprio estilo musical, que combina a orquestra épica e bombástica com a performance virtuosa da guitarra metal, criando o gênero de "guitarra cinematográfica". Outro destaque muito especial é a fusão da performance musical épica e cinematográfica com a dança contemporânea no videoclipe, mostrando arte e música sob uma nova luz e dimensão. O artista principal, Manop Meejamrat, é um dos principais artistas de arte contemporânea da Tailândia, com uma história de vida muito inspiradora que representa muito bem a música "Release From Restraint".

05)  Unholy Harakiri _ Morte  ( Brasil) 

Unholy Harakiri revela um novo capítulo com “MORTE”, o mais recente single do seu recém-lançado EP 第3幕:  a faixa mescla brutalidade pura com profundidade cinematográfica, entregando um dos momentos mais intensos do projeto até agora. “MORTE” marca um ponto crucial na narrativa em evolução da banda  Este é apenas o começo de uma experiência de deathcore imersiva e carregada de emoção. Sons da cultura japonesa, criando uma identidade única no metal extremo. Com performances intensas e imersivas, a banda vem deixando sua marca desde o lançamento de Ketsuro (2022).  Eu não conhecia a banda mas agora estou totalmente imersivo no universo sonoro do  Unholy Harakiri. 

06)  PiXelized - MeinKraft

Provavelmente um dos sons mais legais que eu ouvi esse ano uma mistura de metalcore, grindcore e ukulele, além de um videoclipe no estilo de South Park – essa é "piXelized", a nova música do MeinKraft. Não é à toa que vários rótulos surgem para o estilo musical do MeinKraft, como grindcore, memecore, Gutalax com breakdowns, etc. Sim, metalcore e deathcore estão entre as principais fontes de inspiração para todas as músicas desses entusiastas de papelão de Zlín, embora eles próprios não se considerem uma banda de core.

07) Ophidian Womb" - Ethereal Rot ( Estados Unidos)

Olha que cartão de visitar poderoso Ophidian Womb"é o primeiro single do aguardado álbum de estreia do Ethereal Rot, com lançamento previsto para 17/07/2026. O álbum apresenta uma performance vocal magistral, combinada com riffs de guitarra técnicos e agressivos, além de músicos de altíssimo nível. Tendo recentemente dividido o palco com Demon King, Necroticgorebeast, Carrion Vael, Tomarum e Gudsforladt, o Ethereal Rot é um verdadeiro veterano do metal da Nova Inglaterra, originário do Maine, com uma nova formação em 2026, incluindo Brett Horton na guitarra e Taylor Belanger no baixo (ambos ex-integrantes do The Last King). A música do Ethereal Rot pode ser descrita como Blackened Technical Death Metal mas na verdade vai ser um tiro no nossos ouvidos.

08)Back to Broken -  Joe Caruso ( Estados Unidos)

Joe ja passou aqui algumas vezes é um talentoso guitarrista que esta para lançar seu trabalho autoral “Tales from Two Cities”, que inclui canções que ele compôs enquanto morava em Manhattan e Washington, D.C. No estilo Classic Rock, o álbum abrange rocks no estilo dos Rolling Stones e Black Crowes, baladas à la Beatles e canções com influências latinas e de jazz, levando o ouvinte a uma jornada inspirada por histórias de sua época nessas duas cidades. Espero que você me acompanhe nessa jornada para provar que nunca é tarde demais para perseguir sua verdadeira paixão.
"Back to Broken" é uma música blues-rock vibrante que descreve um relacionamento disfuncional entre marido e mulher. A canção impacta do começo ao fim, lembrando clássicos dos Rolling Stones e Black Crowes, mas com mudanças de acordes e riffs de guitarra interessantes que a mantêm no gênero rock moderno, simplemsnte sensacional meu som favorito até o momento.

09)  Shame - F4nia  ( Canadá) 

F4nia   é um projeto canadense de heavy metal fundado em 2020 por Stéphane Fania em Montreal, Canadá. Como produtor, vocalista, compositor e multi-instrumentista do projeto, Fania permanece como seu único membro oficial e força criativa, moldando todos os aspectos de sua visão e direção. A música do F4NIA abrange uma ampla gama de gêneros, mantendo uma identidade própria enraizada na fusão de instrumentos elétricos e eletrônicos, Neste novo som  apresenta "Shame", uma poderosa exploração das emoções que escondemos, dos fardos que carregamos e da luta para nos libertarmos das limitações autoimpostas. Combinando instrumentação pesada com vulnerabilidade crua, a faixa confronta o peso da vergonha de frente, transformando a dor em força através de uma jornada musical intensa e catártica.  Porjetos que conseguem fazer muisica original em tempos de IA é para poucos. 

10) Auction of the Fate Chainline

A Finlândia eu te amo.... o que sai de bnada boas dai é brincadeira o Chainlie é mais uma dessas fundada em 2017, quando músicos de diversos projetos musicais se uniram com uma visão compartilhada: criar um metal melódico único Ao longo dos anos, a Chainline evoluiu de um projeto de estúdio para uma banda completa, conhecida por suas performances intensas e músicos afiados. Inspirando-nos no death metal melódico escandinavo, no heavy metal clássico e em elementos progressivos modernos, o som mescla agressividade com atmosfera, melodia com potência. Com vários lançamentos no currículo e mais a caminho, o Chainline continua a ultrapassar limites, mantendo-se fiel às suas raízes. Seja no palco ou no estúdio, nosso objetivo permanece o mesmo: conectar, desafiar e deixar nossa marca. Jimi Järvinen - Vocal Perttu Järvinen - Guitarra Aleksi Kaurto - Teclados Juuso Juomoja - Baixo Joonas Ahonen - Bateria