Terror Underground #21: "Fome Animal" (1992)

... A sua mãe comeu meu cachorro


Salve Headbangers e fãs de terror de gosto totalmente duvidoso!
Hoje é dia de falar de 'gore' e vendo a ótima recepção que nossa resenha de "Re-animator" recebeu, percebemos que vocês compartilham do mesmo mau gosto que a gente, por isso, vamos para um clássico, nada mais, nada menos, que um dos filmes que define a estética do 'Trash' e que depois de seu lançamento, levou seu diretor Peter Jackson a fazer filmes menores, de um tal de gnomos que querem destruir um anel... (Zoeira, eu curto a trilogia clássica).
 

Para quem fez o ato imperdoável de não assistir essa aula de cinema, note que estamos na era pré super CGI, por isso as maquiagens, o corte de câmeras e a violência e, claro, os baldes de sangue e tripas são mais trabalhados e graças a satã esse filme não foi afetado (ainda) pela praga dos 'remake's.
 
Claro que quem já assistiu o 'maravilindo' "Bad Taste", não vai se surpreender fácil e até consegue ver a mão do cinema autoral de Jackson. O mais irônico é pensar que será que os almofadinhas do
Completam o time dessa obra de arte Stephen Sinclair, nos roteiros e no elenco estão Thimoty Balme como o protagonista Lionel Cosgrove, Diana Peñalver, como Paquita Sanchez, e Elizabeth Moody, como Vera Cosgrove, a mãe comedora de cachorros.
 
Vamos a história, Leonel é um fracassado que vive com a mãe que conhece uma moça, se apaixona e decide convidá-la para dar uma volta no zoológico, só não imaginava que sua mãe ciumenta iria atrás dele e que no zoo seria atacada pelo maligno MACACO RATO DA SUMATRA,  SIMMM ISSO MESMO!
 

Após esse ataque ela não se sente muito bem e começa o seu processo de 'zumbificação' que vai se desencadear em momentos antológicos para o cinema mundial, como a briga do padre versus zumbis, o bebê zumbi no parque, a cena de sexo entre zumbis, enfim... Um ode ao refinamento cinematográfico!
 
E tem muito mais, não vou falar para não estragar a surpresa, mas a importância de "Fome Animal" é ilimitada, desafio a dizer que não existe filme mais genialmente tosco, e se hoje temos uma coluna chamada



Revisado e editado por Carina Langa.