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sábado, 6 de junho de 2020

Década do Metal #05

Salve Headbangers!
Chegamos na quinta edição do nosso quadro Década do Metal, onde estamos analisando o período de 2010- 2020. Nessa edição, vamos falar de mais três trabalhos que são de vital importância para tal intervalo temporal.


1) Exodus - "Exhibit B: The Human Condition"


Bem no 'boom' do novo 'thrash', os reis da porra toda voltaram, com um trabalho que é simplesmente um tapa na cara das bandas mais modernas, falando - "é assim que se faz Thrash Metal!". Com um CD cheio, passando dos 80 minutos, com músicas pesadas e complexas. Vale lembrar que o "B" que tem nesse título, é porque estamos nos referindo a uma continuação direta do trabalho "The Atrocity Exhibition: Exhibit A", que disserta acerca da violência, que é tão presente na sociedade, que de certa forma, venera isso. Tal ideia vem forte na capa, que é linda! Sobre a sonoridade dá para sentir a banda até arriscando momentos mais melódicos e Rob Dukes na sua melhor perfomance na banda. Ouça Nanking, por exemplo, mas é claro que quando falamos de Exodus, o que você mais espera é uma aula de guitarras, certo? Então toma The Ballad Of Leonard And Charles, March Of The Sycophants e um som que marca essa fase do ExodusThe Sun Is My Destroyer




2) Masterplan - "Time To Be King"



Tenho uma dívida moral com o Masterplan, pois eles são um dos responsáveis por me fazer ainda, dar chance para o chamado metal melódico, e nesse trabalho eles são realmente coroados como reis ,porque a banda foge das armadilhas comuns do estilo, entregando aqui um trabalho bem variado e muito bem produzido, também pudera, olha só quem estava na banda nessa época, Jorn Lande (vocal, Allen/Lande, Jorn, ex-ARK), Roland Grapow (guitarra, ex-Helloween), Jan-Sören Eckert (baixo, Iron Savior), Axel Mackenrott (teclados) e Mike Terrana (bateria, Axel Rudi Pell, Tarja, ex- Rage). 

Quer 'power' metal, ouça Fiddle Of Time, 'Hard Rock', tem também em Lonely Winds Of War, 'Prog' metal? Então ouça The Black One. Não é melhor trabalho do Masterplan, mas o retorno de Lande faz desse álbum, um material acima da média.




3) Atheist - "Júpiter"

Se você, assim como esse que lhe escreve, sente falta do Death, encontrarás refúgio no som do Atheist, pois toda aquela complexidade de arranjos e violência feita pelo mestre Schuldiner, está viva na sonoridade do Atheist. A banda teve uma pausa em 1993 e esse trabalho marcou o retorno deles para as atividades e parece que eles estudaram ainda mais, pois o que tem aqui é algo difícil de descrever e ainda mais difícil de imaginar, como eles conseguem tocar nesse nível. Mas aí o leitor pode perguntar - "Porém, já não temos várias bandas que fazem esse tipo de som hoje?" Então, aí está o 'pulo do gato', o Atheist faz tudo com alma e não fica aquela imagem de música feita por robôs. Ouça Second Sun e Live And Live Again, que são ótimos exemplos para você entender o que eu digo. 



Revisado e editado por Carina Langa.

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